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  • Inibições — boas ou más?
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Despertai! — 1972
g72 8/3 pp. 3-4

Inibições — boas ou más?

QUE são inibições? O termo é usado para indicar ampla variedade de coisas. Conforme mais comumente usado, uma inibição é uma força interior, uma idéia, hábito ou atitude que restringe a livre expressão pessoal. Diz-se também que uma inibição é a relutância de agir contrário aos princípios da pessoa.

Hoje em dia, os sofisticados, os sábios segundo o mundo, consideram os inibidos quanto a restrições morais como sendo antiquados. Muitos jovens parecem não ter quaisquer inibições. ‘Viva! Solte as rédeas!’ é sua filosofia. Assim, por sua maneira de vestir e pela sua aparência, pela sua linguagem profana e obscena, e por recorrerem a toda espécie de violência, demonstram a sua falta de inibições.

Efetivamente, nem todas as inibições são boas; algumas se baseiam na ignorância, superstição, em mitos e falsidade religiosos. Estas, sem dúvida, são em grande parte responsáveis por tantas pessoas lançarem fora todas as inibições.

E, há também tal coisa como ser inibido demais em certas questões. Tais pessoas que o são, evitam dar vazão espontânea a sentimentos saudáveis e naturais, sentimentos e impulsos que, uma vez expressos, seriam uma bênção para outros, bem como para si mesmas. Por exemplo, a pessoa talvez receie comentar numa reunião cristã por ter medo de dizer algo errado. Isto poderia ser devido a uma disposição sensível e introvertida, ou até por uma avaliação exagerada da sua própria pessoa.

Entre os animais não existem inibições. Simplesmente seguem seus impulsos ou instintos naturais. Por que é tão diferente com o gênero humano? Por que os humanos precisam de inibições?

As respostas que deixam a Deus e a criação fora do assunto só podem ser palpites diante de perguntas como estas. A Bíblia, por outro lado, fornece-nos uma resposta que satisfaz de modo completo à mente e ao coração. Mostra que só o homem foi criado à imagem de Deus, dispondo do raciocínio e da habilidade de diferençar o certo e o errado. No começo, foi apresentada ao homem a possibilidade de viver para sempre se obedecesse à lei de Deus. Desobedecer significaria perder a vida. — Gên. 1:26-28; 2:16, 17.

Nossos primeiros pais preferiram desobedecer. Seguiram um proceder egoísta e assim ceifaram o castigo da imperfeição, do pecado e da morte. (Gên. 3:1-19) Destarte, trouxeram o pecado e a morte não só sobre si, mas também sobre sua descendência, assim como a Bíblia nos diz: “Por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado.” (Rom. 5:12) Como resultado “a inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade”. — Gên. 8:21.

Por conseguinte, temos de evitar quaisquer tendências que debilitem nossas inibições a fazer o que é mau. Certo periódico científico (Scientific American) observou uma vez o que tenderia a debilitá-las: “Beber duas ou três onças (cerca de sessenta a noventa mililitros) de uísque, deprime o nível mais superior do cérebro — o centro das inibições, restrições e juízo. Neste estágio, o bebedor . . . toma liberdades pessoais e sociais conforme o impulso o move . . . Tal homem passou por óbvio embotamento da autocrítica.” (O grifo é nosso) E, se isto é verdade quanto ao uso excessivo do álcool, o que dizer de se abusar do corpo e da mente com outros tóxicos? Os resultados disso são amiúde um corpo enfermo, a mente destroçada, a frustração sexual, a perversão e até mesmo o suicídio.

Entre outras coisas que podem debilitar as corretas inibições da pessoa acha-se a leitura de publicações pornográficas e assistir a diversões lascivas. Como assim? Porque a familiaridade com tais coisas cauteriza a consciência. Ter más companhias pode ter o mesmo efeito. “Não sejais desencaminhados. Más associações estragam hábitos úteis.” — 1 Cor. 15:33.

Por outro lado, as corretas restrições inatas, as inibições da pessoa a fazer o que é errado, são realmente para o seu próprio bem. Dão confiança e estabilidade. A pessoa não fica tolhida emocionalmente por não ser fornicador ou adúltero. Antes, obtém genuíno respeito do sexo oposto. O fornicador ou adúltero, não tendo inibições, é o que fica todo confuso. Semelhantemente, é aquele que pode exercer o controle no uso de bebidas alcoólicas que é verdadeiramente sábio. Isto impede-o de travar lutas, de trocar insultos, de desleixo e do desrespeito geral a si mesmo e aos outros, para não se dizer nada quanto ao alcoolismo irrecuperável. Sim, as inibições, consideradas deste ponto de vista, servem para fazer das pessoas senhoras e cavalheiros e jovens saudáveis e respeitosos. — Pro. 23:26-35.

Entre as coisas que fortalecerão nossas inibições se acha o “temor de Jeová”, isto é, o temor de desagradar a ele, o temor de suscitar a sua ira. Assim, lemos: “O temor de Jeová significa odiar o mal. A exaltação de si próprio e o orgulho, bem como o caminho mau e a boca perversa, eu tenho odiado.” — Pro. 8:13.

Para ajudar-nos ainda mais a fazer o que é certo, para inibir tais tendências para a maldade, o Criador nos fornece ajudas, tais como os dois grandes mandamentos: ‘Amar a Deus de todo o seu coração, alma, mente e força; amar a seu próximo como a si mesmo.’ Amar o próximo como a nós mesmos significa fazer a eles o que gostaríamos que nos fizessem. — Mar. 12:29-31; Luc. 6:31.

Para incrementar nosso amor a Deus e ao próximo e reforçar nosso temor de desagradar a Deus, temos de tomar tempo da vida ocupada para ler e estudar a Bíblia e as publicações que nos ajudam a entendê-la. De ajuda também é nos associarmos nas reuniões cristãs com outros que vivem segundo os princípios bíblicos. Tal associação provê um intercâmbio de encorajamento, resultando no fortalecimento de nossa fé, bem como de nossas inibições baseadas nos princípios bíblicos. E não se deve desperceber a oração, falar com Deus, voltar-nos para ele em busca de orientação e forças. — Rom. 1:11, 12; 12:12.

Inibições? Algumas são boas e outras são más. Felizes e sábios seremos nós se suprimirmos as más e fortalecermos as inibições que são boas!

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