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  • w51 1/1 pp. 11-15
  • O aumento da teocracia

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  • O aumento da teocracia
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1951
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1951
w51 1/1 pp. 11-15

O aumento da teocracia

1. Por que tinha o moço um cordel de medir na mão? Que se disse ao anjo para contar-lhe?

O profeta Zacarias, um indivíduo empregado por Jeová, teve a visão dum homem que tinha na mão um cordel de medir. O relato, conforme o segundo capítulo de Zacarias, nos diz que este moço que tinha na mão um cordel foi medir a Jerusalém a fim de ver qual era a sua largura, e qual era o seu comprimento. Assim que partia o anjo que falava com o moço, saiu-lhe ao encontro outro anjo e disse, “Corre, fala a este mancebo: Jerusalém será habitada como aldeias não muradas por causa da multidão de homens e de animais que haverá nela. Pois eu, diz Jeová, lhe serei um muro de fogo ao redor, e serei a glória no meio dela.” (Zac. 2:4, 5) Este moço certamente estava interessado em Jerusalém, de outra forma não teria tomado o tempo de verificar a largura ou o comprimento dela.

2. A quem representa o moço? Por que não tem muros a cidade?

2 Hoje em dia achamos na terra um grupo de homens e mulheres cristãos que, semelhantes a este moço, estão sinceramente interessados na Jerusalém que é de cima, a qual é mãe de todos nós. (Gál. 4:26) Estão realmente interessados na organização de Deus e na sua expansão. Muros não constituem os seus limites. Não, ela é uma cidade que expande como uma aldeia sem muros. Seria difícil tirar de medidas acuradas, por motivo do seu crescimento constante em virtude das multidões que vão entrando. A classe de fiéis cristãos prefigurada por este moço era uma organização pequeníssima durante os anos de 1914 a 1918, porque nessa época havia só um restante do fiel povo de Deus que realmente examinava as profecias e procurava averiguar seu significado a fim de descobrir qual seria seu trabalho nessa grande organização de Jerusalém. Eles queriam saber a medida dela e queriam saber mais acerca da obra de Deus.

3. Como divergiu o interesse dos religiosos mundanos do da classe do “moço”?

3 O mundo já estava em guerra. Nação tinha-se levantado contra nação e reino contra reino. Havia doenças, tristezas e dores, espalhadas de um confim da terra a outro, conforme predito em Mateus, capítulo 24. As nações e os povos da terra eram extremamente egoístas e só estavam interessados na aquisição das coisas que desejavam. Não tinham tempo para Deus nem se esforçavam em atingir a medida dos princípios da verdade e da justiça de Deus. Até os religiosos das grandes organizações protestantes e católicas, das ordens judaicas e pagãs, estavam envolvidos nos negócios do mundo, dedicando a sua atenção depois à Liga das Nações e aos problemas deste velho e morredouro sistema de coisas. Ficou esquecida a declaração da Palavra de Deus: “Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tia. 4:4, N. T. Rev.) Não, as nações da terra não tinham tempo para buscar o reino de Deus como a única esperança da humanidade. Esta busca foi deixada para um restante do povo de Deus, apenas alguns fiéis seguidores representados por esse moço na visão de Zacarias. Eles estavam dispostos a usar o cordel de medir na organização de Deus.

4. De que modo, em seguida a 1918, principiou a expansão com a organização como se fosse com uma cidade não murada?

4 Esta cidade de Jerusalém não seria semelhante a uma cidade murada, tendo limites restritos a fim de que ninguém pudesse entrar nem sair se estivessem fechadas as portas; mas seria como uma aldeia não murada e sem limites. Seria uma cidade crescente por causa da massa de homens e de animais que viriam habitá-la. Continuaria a espalhar-se e alcançar novos campos. É exatamente isso que está acontecendo na atualidade à organização de Deus. Desde 1918 esse pequeno restante do povo de Deus continua a proclamar sem cessar o reino de Deus como estando próximo. As nações não se interessavam nesse reino. Elas se lhe opunham. Por outro lado, porém, milhares de pessoas de boa vontade de todas essas nações deram ouvidos à mensagem dos ungidos de Deus e vieram à organização de Deus, Jerusalém, a cidade que expandia, e buscaram nela conselhos e instruções. Conforme os próprios relatórios da Sociedade, lá atrás no ano de 1918 havia só 3.868 pessoas que proclamavam a mensagem do Reino aos povos do mundo, convidando-os a buscar refúgio, conforto e consolação dentro de Jerusalém. O espírito do Senhor estava sobre esse pequeno bando de fiéis servos ao pregarem firmemente e espalharem-se aos confins da terra com essas boas novas. Dentro de pouco tempo muitas pessoas que escutavam e estudavam com as testemunhas de Jeová a fim de aprender acerca de Jeová definiram-se ao seu lado. A cidade continuava a crescer.

5, 6. Como continuava a cumprir-se Isaías 54:2, 3, não obstante a Segunda Guerra Mundial? Como se tornou “um só rebanho, um só pastor”?

5 Ao entrarem as nações do mundo no sua segunda guerra mundial e introduzirem maior regimentação e o regime totalitário no meio do povo, este restante junto com as pessoas de boa vontade ainda perseveravam na pregação da Palavra. Hoje vemos reunidos nessa cidade sem muros números ainda maiores daqueles que pertencem a Jeová, os quais ele conhece. Não é atualmente segundo foi declarado pelo profeta Isaías há séculos no Isa capítulo 54, versiculos 2, 3, “Alarga o sítio da tua tenda, e extendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças: alonga as tuas cordas, e segura as tuas estacas. Porque trasbordarás para a direita e para a esquerda; a tua posteridade possuirá as nações, e fará que sejam habitadas as cidades desertas”? As testemunhas de Jeová veem a realização desta obra de expansão. Vivem na cidade que cresce.

6 Junto com esta grande “multidão de homens” há grande número de gado, e isto pode representar convenientemente a riqueza da organização de Deus. Cristo Jesus disse, ‘Tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco, estas também é necessário que eu as traga a fim de que haja um só rebanho, um só pastor.’ Cristo Jesus é o Bom Pastor desta grande organização que ele reúne na sua perfeição pouco antes de ser travada a batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso, a qual é o Armagedon.

7. Quem ainda será encontrado e ‘marcado com um sinal na testa’, e por quê?

7 Hoje, em 1951, encontramos o restante do povo de Deus a trabalhar junto com a grande multidão cujas testas foram marcadas com um sinal pela classe ungida. O profeta Ezequiel (9:1-11) nos deu a representação dum homem que tinha o tinteiro de escrevente, o qual passou pelo meio da cidade e marcou com um sinal as testas dos homens que suspiravam e gemiam por causa das abominações que existiam na sua cidade ou organização. Certamente há milhares, e ainda pode montar a milhões, de pessoas que suspiram e gemem por causa das condições terríveis que existem na cristandade e através do mundo inteiro, as quais buscam consolação, verdade e conforto. Esses serão achados; não há dúvida disso, porque, conforme disse Paulo, “Jeová conhece os que lhe pertencem.”

8. Por que não é necessário que os que entram na organização temam porque ela não tem muros materiais?

8 O Bom Pastor de Jeová Deus, Cristo Jesus, está fazendo a obra hodierna de ajuntamento, e ele designou a seu povo na terra a obra de pregar as boas novas do novo mundo que vem entrando. Estas boas novas atraem os mansos à palavra de Deus, o que os traz mais perto de Jeová. Tendo chegado a esta aldeia sem muros, confiando em Deus e dependendo da sua Palavra, não temem o que lhes possa acontecer. Eles têm certeza da proteção. Não pôde Deus proteger a congregação de Israel de ser engolfada no desmoronamento que cobriu a infiel oposição? Não pôde Deus preservar Noé e sua família através do dilúvio? Portanto, então, não pode Jeová Deus preservar aqueles que entraram nessa aldeia sem muros? Certamente ele pode! Pois, Segundo a visão de Zacarias, “Eu,. . . serei um muro de fogo ao redor, e serei a glória no meio dela.” De modo que os que vieram a organização do Senhor, Jerusalém, reconhecem a Jeová por Deus e Jerusalém por sua organização e sentem-se seguros porque Deus é seu protetor. Não lhes é necessário depender dos muros ou baluartes que as nações deste mundo erguem para se protegerem, porque “Jeová conhece os que lhe pertencem.”

9. Quem é a glória no meio dessa organização, e por quê?

9 A glória dessa organização inteira, a Jerusalém que é de cima, sua mulher, é o próprio Jeová, porque ele disse, “Serei a glória no meio dela.” Nestes últimos dias do velho mundo, foi Jeová Deus quem edificou esta organização e efetuou o aumento da Teocracia.O seu crescimento e esplendor não se devem a nenhum homem ou organização terrestre. É ele que mediante seu Filho está reunindo as “outras ovelhas” às centenas de milhares, perfazendo uma grande cidade. Jeová proporciona a esta sua bênção e proteção. Essas pessoas na grande cidade não são indolentes, mas continuam a espalhar-se e pregar a mensagem do reino de Deus até os confins da terra a fim de que todos saibam que Jeová é o Supremo do Universo e que está próxima a vindicação do seu nome e palavra.

A FUGA DA GRANDE BABILÔNIA

10, 11. Que chamada soou a seu povo em Babilônia? Como foi essa atendida, e por quem?

10 Soa-se a convocação no sexto versículo desta profecia de Zacarias, “Ah, ah! fugi da terra do norte.” Este constitui um oráculo do Senhor ou uma ordem direta dele. “Porque vos tenho espalhado como os quatro ventos do céu, . . . Ah! Sião, escapa tu que habitas com a filha de Babilônia. . . . Para a própria honra dele enviou-me as nações que vos despojaram, certamente aquele que tocar em vós toca na menina do meu olho.”—Zac. 2:6-8, Roth. (em inglês).

11 Que Deus reuniu o restante da nação do norte, a qual é Babilônia, se deve à misericórdia e benignidade divina. Noutra parte ele declarou, ‘Saia dela, povo meu, e não seja participante das suas pragas, e não se contamine com seus pecados.’ (Apo. 18:4) Ele cuidou que o restante de seu povo, Sião, escapasse deste mundo iníquo regido pelo Diabo a um lugar de segurança na sua cidade, junto com suas “outras ovelhas” que estão saindo agora. Os governadores do mundo tentaram regulamentar todos os povos das nações e obrigá-los a manter-se em conformidade com seus ditames egoísticos. Todavia, Deus ordena que eles escapem de Babilônia e se tornem um povo livre —se não for de corpo, então de consciência; e assim fazem! Eles escapam da sua opressão, servidão e caminho pecaminoso de vida. Não mais são escravos desta organização ímpia. Darão a César as coisas que são dele, mas não aquilo que pertence a Deus! Seus olhos estão abertos a um novo mundo e a uma sociedade do Novo Mundo. “Para tal liberdade Cristo nos livrou. Portanto ficai firmes, e não vos deixeis prender novamente num jugo de escravidão.”-Gal. 5:1, NW.

12. Como não estão satisfeitos com a libertação para si só?

12 Os que já foram libertos da opressão de Babilônia, embora nalguns casos estejam ainda em cárceres, campos de trabalho ou campos de concentração, não estão satisfeitos a simplesmente reter esta liberdade para si mesmos. Em toda oportunidade falarão a estranhos, embora fisicamente ainda estejam cativos em Babilônia. Ajudarão os estranhos a ver claramente o caminho de vida, dirigindo-os para fora deste velho sistema a um novo que conduz à vida eterna. Paulo disse, em Hebreus 13:1: “Permaneça vosso amor fraternal. Não vos esqueçais da benevolência aos estranhos.” —NW.

13. Como afeta a Jeová os perseguidores tocarem no seu povo? Mas porque ele o permite?

13 Ele cuidará dos que renunciarem a injustiça e se definirem inteiramente ao lado de Jeová como sendo seus próprios pois “Jeová conhece os que lhe pertencem”. Se alguém tocar naqueles que ele escolheu e abençoou, é como tocar na menina de seu olho. A organização de Jeová, a Jerusalém livre, é nossa mãe e a coisa mais íntima do Senhor. Ele a criou e fez para seu louvor. Sairão mal os indivíduos ou nações que pelejarem contra Deus ou suas testemunhas. Tais lhe pertencem e no devido tempo ele executará juízo contra os opositores. Isto não quer dizer que Jeová não permitirá a indivíduos ou à parte da sua organização que sofram dano. Permitirá sim; a fim de que os envolvidos provem sua integridade e fidelidade. Contudo, ele saberá quem são os ofensores, e ao mesmo tempo nos avisa, “Se for possível, quanto depender de vós, vivei em paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: ‘Minha é a vingança, eu retribuirei, diz Jeová.’”—Rom. 12:18, 19, NW.

14. De que maneira mostrou ele presciência de como seríamos tratados? A despeito disto, que obra de reunião prossegue?

14 Jeová está observando o que sucede através de toda a sua organização. Ele sabe como será tratado o seu povo. “E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues, e matarão alguns de vós, e sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas não se perderá um único cabelo da vossa cabeça.” (Luc. 21:16-18, N.T.Rev.) Ainda assim, se dará maior testemunho do que nunca em vindicação do nome de Jeová. Estamos nos últimos dias deste velho mundo e devemos esperar estas coisas. Já é tempo de reunir uma grande multidão por amor de seu nome, e esta multidão está se reunindo apressadamente desde os confins da terra. De modo que sai uma chamada penetrante em alta voz até os confins da terra a todos os habitantes de Babilônia, os quais suspiram e gemem, que fujam dela e escapem das suas ações opressivas agora e da sua completa destruição mais tarde. Se o leitor amar o Senhor, então busque sua proteção e venha à sua cidade, a aldeia sem muros, porque Jeová é um muro de fogo ao redor dela. Ela ama os que estão dentro dela, e tocar num de seus fiéis servos é como tocar no menina do seu olho.

15. O que fará ele em breve às nações? Consequentemente, o que se nos ordena a fazer?

15 O tempo não tardará em que Jeová Deus despojará as nações e as destruirá. Quando se indagou de Jesus qual seria o sinal do fim deste mundo, ele indicou aos apóstolos muitas coisas a vigiarem, as quais vemos em cumprimento hodierno. Não haverá muito tempo, portanto, antes do Armagedon. Aqueles que chegaram a conhecer o Senhor podem fazer conforme lhes foi ordenado: ‘Canta de júbilo, e regozija-te, ó filha de Sião! Porque eis que venho habitar no meio de ti, é o oráculo do SENHOR. Muitas nações se ajuntarão ao SENHOR naquele dia; e se tornarão seu povo, e ele habitará no meio de ti; e saberás que o SENHOR dos exércitos me enviou a ti. E o SENHOR tomará posse de Judá. (Zac. 2:10-12, Uma Trad. Amer.) O leitor acredita nisto? Dirá a outros o que sabe? Manifestará paciência e perseverança enquanto lho disser?

16. Em que direção ajudaremos os indivíduos a decidir-se? Por que, e como?

16 É coisa difícil alguém resolver o que ele quer fazer: permanecer com este velho mundo morredouro com sua riqueza, prazeres e atual popularidade, ou, conforme ele o expressa, “arriscar-se” no novo mundo. Os dentre os leitores que conhecem a Deus e estão familiarizados com sua Palavra mostrarão fé pelas boas obras? Quando a pessoa estuda e conhece a Palavra de Deus e crê nesta, não se trata de risco. Trata de assegurar-se do que será o resultado. Se tiver certeza, tratará de convencer outros que estão dispostos a afastar-se de Babilônia. Se a pessoa fugir do velho mundo e das nações que a estão despojando, qual será o resultado? Em primeiro lugar significa que o indivíduo será candidato para receber a vida eterna. Ele terá a oportunidade de adorar ao Deus Altíssimo, seu Criador, por toda a eternidade. Mas para receber as bençãos dessa vida é necessário que ele aceite o Filho Cristo Jesus, pois a escritura diz que todo aquele que crê nele poderá adquirir a vida sempiterna. Ajudá-lo-á o leitor, como cristão, a aprender estas coisas? Não será fácil; exigirá paciência e tempo por parte de ambos.

17, 18. Qual é a atitude do mundo em que vivemos? Ainda assim, a favor do que temos de nos definir e em imitação de quem?

17 É necessário que todos nos lembremos que vivemos num velho mundo, o mundo que se opõe ao estabelecimento do reino de Deus. Já faz séculos que se opõe ao Reino. Enquanto o Rei Cristo Jesus ainda estava na terra e fazia sua maravilhosa pregação, as nações do mundo encarregaram-se da sua morte e destruição no madeiro. Ele morreu como pecador condenado, como sedicioso, um homem contra a regência romana de César e um homem odiado pelos próprios judeus religiosos que aguardavam o Messias. Ele foi um que passou por muita perseguição. Não foi fácil o Rei Cristo Jesus viver neste velho mundo. Ele sabia que esses estavam resolvidos a matá-lo, o que finalmente fizeram, mas isso não o amedrontou. Ele tinha sua obra para fazer e a fez a fim de se tornar a maior testemunha de todos os tempos a favor do nome e palavra do Deus Todo-poderoso.

18 Os fiéis seguidores de Cristo Jesus precisam seguir semelhante procedimento. Não há alternativa. É necessário que estejam a favor do reino de Jeová. Não desejam ser mais despojados pelas nações e sujeitar-se a essas; portanto fogem deste velho mundo de Babilônia com sua regência diabólica e se colocam sob a regência do Rei dos céus, Cristo Jesus, que, conforme sabem, domina nos céus. Ele foi entronizado por Jeová Deus e constituído governador em 1914.

UMA GRANDE MULTIDÃO QUE ANUNCIA O REINO

19. Em cumprimento de Apocalipse 19:6, o que diz agora uma grande multidão e por quê?

19 Que maravilhosa coisa sucedeu! Hoje achamos uma grande multidão de pessoas que tem dado ouvidos à mensagem do Reino e dizem, “Louvai a Jah, vós povos, porque Jeová nosso Deus, o Todo-poderoso, já começou a dominar como rei.” (Apo. 19:6, NW) Sim, já chegou a hora para a vindicação do nome de Jeová, e aqueles que fugiram da organização babilônica reconhecem que Jeová se faz rei, colocando seu Filho sobre o trono para dominar no meio dos seus inimigos. Hoje é um dia para se regozijar.

20, 21. Que resultou dos milagres feitos pelos apóstolos e seus companheiros? De que maneiras foram eles até mal entendidos e seus préstimos ressentidos?

20 Nos dias primitivos da igreja Jeová Deus mediante seu espírito santo ou força ativa deu aos apóstolos o poder de fazer milagres, e isto atraiu muitas pessoas à mensagem e ao que os apóstolos diziam. Todavia, esses dons especiais ou milagrosos findaram com a morte dos apóstolos, e não os vemos operar na atualidade.

21 Recordar-se-á da narração em Atos 14 que os apóstolos Paulo e Barnabé pregavam as boas novas e haviam feito um milagre. Depois de ver as maravilhas feitas por esses homens, o povo queria fazê-los deuses, pois pensavam que os deuses do céu desceram para a terra e se fizeram homens. “Quando, porém, os apóstolos Barnabé e Paulo souberam disto, rasgaram as suas túnicas e saltaram para o meio da multidão, clamando e dizendo: ‘Homens, por que fazeis isto? Nós também somos criaturas humanas tendo as mesmas enfermidades que vós, e vos declaramos as boas novas, para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu e a terra e o mar e tudo quanto há neles.” (Atos 14:14, 15, NW) Paulo e Barnabé não tomaram crédito por fazer este milagre. Sabiam que foi efetuado pelo poder de Deus, de modo que lhe deram toda a honra. Disseram aos que estavam arredor deles que aquele que os apoiava em fazer esse milagre era o Criador do céu e da terra, e quanto a si próprios eram apenas simples criaturas humanas comuns. Seu único propósito em pregar e fazer o milagre foi converter o povo ao único Deus verdadeiro e nada mais. Desejavam provar ao povo que os seus deuses pagãos nos templos em que os gentios ofereciam sacrifícios não eram deuses dignos de adoração. Foi a verdade da Palavra de Deus que contrastavam com a religião falsa. Ainda que fossem sinceros e honestos e tratassem de fazer o bem ao povo, foram grandemente perseguidos e acossados por este em outros lugares nas suas viagens por motivo dos milagres que faziam e mormente por causa da mensagem que pregavam. Não obstante, a verdade encontrou um firme fundamento nesses dias primitivos.

22. Que se pode dizer acerca de tais milagres atualmente? O que suportamos das nações e ainda assim, o que estamos manifestando perseverança em fazer?

22 Assim se dá hoje com respeito aos ministros do evangelho. Ainda se pregam as boas novas, e embora eles não tenham o poder de fazer milagres, recebem sim de Deus o poder e a missão de pregar este evangelho até os confins do mundo. O povo do Senhor foi liberto da organização babilônica e das nações que os despojavam. Porque fugiram dessas organizações são atormentados pelos babilônios. Oh, sim, ainda estão no mundo, mas não fazem mais parte dele. Vieram à cidade não murada sob a proteção de Jeová e sabem que “Jeová conhece os que lhe pertencem”. Os fiéis seguidores de Cristo Jesus, desatentos à opressão, seguirão a justiça e a devoção pia. Resistirão a toda a oposição que é levantada contra eles, porque sabem que assim como Cristo e os apóstolos foram perseguidos e lhes foi permitido que atravessassem muitas provas e tribulações, assim também ainda no dia atual é necessário que façam a mesma coisa, e é só pela perseverança que poderão ganhar a vitória. É a finalidade das testemunhas de Jeová auxiliarem o povo, por isso não podem desistir.

23. Com que qualidades precisamos perseverar na obra de pregação? Por quê?

23 Quando Paulo escreveu a Timóteo, ele indicou que precisamos ter fé, amor e perseverança e precisamos continuar na nossa obra de pregação com espírito calmo. Não nos convém ficar zangados e gritar e nos enfurecer como fazem os povos das nações deste velho mundo. Não nos convém atuar da mesma maneira que atuam os representantes principais das Nações Unidas nas suas conferências. A linguagem alta e abusiva na época das eleições é típica da sua falta de amor uns para com os outros. Os cristãos não podem participar em semelhante espécie de linguagem. Não lhes é conveniente. Antes, com amor e devoção firme e fiel precisam manifestar a sua perseverança com gênio manso. Poderão usar esta disposição de espírito ao falarem com povos do mundo, e poderão persuadir todas as classes de gente a dar ouvidos à mensagem que eles têm. Não lhes convém ser altivos ou orgulhosos, nem acham que são melhores do que qualquer outro. A fim de lutarem pela vitória nesta peleja da fé, é necessário que preguem a Palavra duma maneira que agrada a Deus e dum modo que atrairá as pessoas que buscam a verdade e a justiça. Não é o desejo de Deus que se salvem todas as espécies de homens? e não desejam o mesmo as testemunhas de Jeová?

24. Como fazemos uma correta confissão mundial, e com que resultados desde 1945?

24 Paulo disse, “Peleja pela vitória na peleja correta da fé, apodera-te firmemente da vida eterna para a qual foste chamado e declaraste a confissão correta publicamente diante de muitas testemunhas.”(1 Tim. 6:12, NW) De forma que, para um cristão pelejar pela vitória na peleja correta da fé, é necessário que ele faça confissão pública e diga a todas as espécies de gente o que ele crê. As testemunhas de Jeová estão fazendo esta mesma coisa mundialmente, e os resultados nos últimos seis anos revelam a grande bênção de Jeová. Abaixo consta o número dos publicadores ou ministros do Reino que proclamaram a mensagem do Reino cada mês durante o ano inteiro mencionado. O último algarismo indica o aumento em número de publicadores acima do ano prévio.

Publicadores em 1945, 127.478; aumento acima de 1944, 16.973.

Publicadores em 1946, 158.034; aumento acima de 1945, 30.556.

Publicadores em 1947, 181.071; aumento acima de 1946, 23.037.

Publicadores em 1948, 230.532; aumento acima de 1947, 49.461.

Publicadores em 1949, 279.421; aumento acima de 1948, 43.889.

Publicadores em 1950, 328.672; aumento acima de 1949, 49.151.

25. Por isso, que incremento anual houve em número de ministros? De que modo pelejam pela vitória?

25 Nota-se que durante os últimos três anos houve aumento de aproximadamente 49.000 ministros que pregam a Palavra cada ano. Em outras palavras, 49.000 pessoas têm saído do velho mundo cada ano, definindo-se pelo reino de Deus e proclamando essa posição publicamente diante de muitas testemunhas. Destarte pelejam pela vitória. Embora tenham tido muitas provas e dificuldades, “Jeová conhece os que lhe pertencem,” e quem tocar em uma destas testemunhas toca na menina de seu Olho. Jeová ama a sua fidelidade, e ele dá o incremento! O leitor está participando neste?

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